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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

X enem 2012

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domingo, 3 de outubro de 2010

sábado, 2 de outubro de 2010

Aiiêêêêêê...
Aê Mãe África
Seus filhos vieram de longe
só pra sofrer
Aiiêêêêêê...
Aê Mãe África
Todo guerreiro
no seu terreiro
sabe sua vez
e vai coroar o Negro Rei [x3]
Aêêêê...
(Aiê,Aiê,Aiê)
(Mãe África)
Prende a tristeza meu erê
sei que essa dor te faz sofrer
mas guarda esse choro
isso é um tesouro
oh filhos de rei [x 2]
O sol que queima a face
aquece o desejo
mas que Otim
O sal escorre no corpo
e a dor da chibata
é só cicatriz
quem é que sabe
como será o seu amanhã?
qualquer remanso é o descanso
pro amor
de Nanã
esquece a dor
a Xogum
faz uma prece a Omulu
Na força de Ogum
Prende a tristeza meu erê
sei que essa dor te faz sofrer
mas guarda esse choro
isso é um tesouro
oh filhos de rei [x 2]
(Aiê,Aiê,Aiê,Aiê)...
Aiê Mamãe África
(Aiê,Aiê,Aiê,Aiê)...
Brasil Mamãe África [x2]
Prende a tristeza meu erê
sei que essa dor te faz sofrer
mas guarda esse choro
isso é um tesouro
oh filhos de rei [x 2]
(Aiê,Aiê,Aiê,Aiê)...
Aiê Mamãe África
(Aiê,Aiê,Aiê,Aiê)...
Brasil Mamãe África [x2]

segunda-feira, 19 de abril de 2010

SAUDADES DA MINHA TERRA.

Saudades da Minha Terra
Sérgio Reis
Composição: Goiá / Belmonte

De que me adianta viver na cidade
Se a felicidade não me acompanhar
Adeus, paulistinha do meu coração
Lá pro meu sertão quero voltar
Ver a madrugada, quando a passarada
Fazendo alvorada começa a cantar
Com satisfação arreio o burrão
Cortando o estradão saio a galopar
E vou escutando o gado berrando
Sabiá cantando no jequitibá

Por nossa senhora, meu sertão querido
Vivo arrependido por ter te deixado
Esta nova vida aqui na cidade
De tanta saudade, eu tenho chorado
Aqui tem alguém, diz que me quer bem
Mas não me convém, eu tenho pensado
Eu fico com pena, mas essa morena
Não sabe o sistema que eu fui criado
Tô aqui cantando, de longe escutando
Alguém está chorando com o rádio ligado

Que saudade imensa do campo e do mato
Do manso regato que corta as campinas
Aos domingos ia passear de canoa
Nas lindas lagoas de águas cristalinas
Que doce lembrança daquelas festanças
Onde tinham danças e lindas meninas
Eu vivo hoje em dia sem ter alegria
O mundo judia, mas também ensina
Estou contrariado, mas não derrotado
Eu sou bem guiado pelas mãos divinas

Pra minha mãezinha já telegrafei
E já me cansei de tanto sofrer
Nesta madrugada estarei de partida
Pra terra querida, que me viu nascer
Já ouço sonhando o galo cantando
O inhambu piando no escurecer
A lua prateada clareando a estrada
A relva molhada desde o anoitecer
Eu preciso ir pra ver tudo ali
Foi lá que nasci, lá quero morrer